O Plano Estado-Nação (PEN) é uma construção técnica, ética e suprapartidária focada em renovar o Congresso Nacional e reconstruir a democracia brasileira.
Refém de uma cultura política retrógrada e do "jeitinho", o Brasil enfrenta desafios críticos que impedem a prosperidade. Identificamos 12 temas principais do ponto "onde estamos":
Câmara desproporcional, partidos em excesso, focados no acesso a dinheiro público; corrupção sistêmica e endêmica impedindo confiança nas instituições.
O Norte e Nordeste amargam déficits continuados. O Brasil ocupa a 89ª posição no IDH global, com apenas 7 Estados contribuindo com boa pontuação.
Políticas abandonadas a cada troca de mandato, prejudicando o médio e longo prazo por mera perseguição política e olhar míope focado na próxima eleição.
Baixa proficiência (65º lugar em Matemática no PISA). A educação para a cidadania é praticamente inexistente nas escolas.
Investimos pouco mais de 1% do PIB em Ciência e Tecnologia. Nossa produtividade está estagnada há mais de 40 anos.
Improvisar soluções "na hora" desvaloriza o planejamento, enquanto a busca por privilégios domina as atividades, transformando vantagens em direitos sem obrigações.
Desalinhamento com prioridades que requerem ação continuada, focando em questões superficiais e adiando de modo continuado as soluções estruturais.
Políticas fragmentadas, burocracia improdutiva, lenta e ineficiente. Gestão pública conivente com a corrupção e leniente com desperdícios.
A Justiça tarda e falha apesar de consumir 1,5% do PIB (o mais caro do mundo). O Brasil ocupa a 80ª posição no Índice Global de Estado de Direito.
Retórica grandiloquente em encontros internacionais que não se traduz em ações práticas, usadas apenas para comover eleitores em tragédias.
Noticiários assustadores todos os dias asseguram nosso lugar destacado no índice de homicídios, ocupando a alarmante posição 130 entre 165 países.
O Brasil ocupa a posição 107 entre 180 países. Uma autocondescendência elástica, com todos os Poderes navegando em águas escuras.
Um marco técnico para o futuro. 67 diretrizes desenhadas para dar ao Brasil a infraestrutura institucional necessária para o desenvolvimento pleno.
A partir de 16 de agosto, o eleitor terá acesso a ferramentas exclusivas com inteligência artificial para conhecer e cobrar os candidatos que aderirem ao Plano Estado-Nação.
Desenvolvido com tecnologia de IA, mostrará no celular os "santinhos" dos candidatos que concordam em batalhar pelo PEN. Permite formular perguntas aos candidatos usando a própria voz.
Ferramenta que permitirá agir diretamente na verificação de aderência de seu candidato aos objetivos e diretrizes do PEN durante todo o mandato.
Baixe o documento diagramado, estude as pautas e exija de seus representantes o compromisso com a Política Moderna.